Ministração de Louvor no Culto

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O valor do culto – Mt. 4:10
O momento do culto é o momento da grande celebração ao Senhor. É quando a congregação se reúne para celebrar o milagre da ressurreição de Jesus, da nova vida em Cristo, da comunhão no Espírito e das conquistas espirituais. Para ministrarmos diante do Senhor e da congregação precisamos ser eficientes e sensíveis.

Preparação dos ministros – II Tm. 2:15
– Aspecto espiritual – é necessário oração e leitura bíblica diariamente; um jejum semanal; oração e compartilhamento entre o grupo.
– Aspecto musical – é preciso realizar ensaios para que haja entrosamento (iniciar com um texto bíblico e oração).
Ter uma lista definida de cânticos; quando forem novos, providenciar cifras.
Manter a ordem no ensaio evitando distrações, brincadeiras e conversas paralelas que são verdadeiros “ladrões de unção”.
É necessário total concentração durante o ensaio; estar atento às orientações, arranjos, rítmica, métricas, etc.
O tempo do ensaio deve ser também um tempo de ministração.

Repertório – Sl. 96:1
Porque cantar um cântico novo? Para cantar com o coração e não apenas com a mente. Cantar o mesmo cântico em todos os cultos pode se tornar cansativo e enfadonho, e as pessoas acabam cantando apenas com a mente.
– Elaborar um repertório adequado ao tipo de reunião, ex: reunião de jovens, evangelismo, ceia, etc; o repertório de um culto dominical é diferente de um lançamento de um cd, por exemplo;
– Elaborar um repertório adequado ao tempo de duração do louvor (conferir com o pastor); Dependendo do tempo dado à ministração dos cânticos não será necessário uma lista extensa de músicas. Estar sensível e atento a isso, e como no tópico anterior, diferenciar o tipo de programação;
– É importante que o período de louvor seja iniciado com cânticos de celebração e de guerra, seguidos de cânticos de adoração. Existe um protocolo, uma ordem para entrarmos na presença de Deus – Sl. 100. Observe:
Acões de Graças (Portas) – Gratidão.
Louvor (Átrios) – Alegria, gritos, música sobre os feitos poderosos de Deus, quem Ele é e o que faz.
Adoração (Lugar santíssimo) – intimidade com Deus, músicas para Ele. Isso pode mudar segundo a orientação do Espírito Santo, mas é necessário ter uma ordem na sequência dos cânticos. Seja sensível!!!

O dirigente – II Cr. 29:27-30
O rei Ezequias estava a frente representando a liderança principal. Os líderes devem ir a frente e ensinar os seus músicos a profetizar!
O dirigente tem uma função importante no processo de culto coletivo. É responsável em conduzir a congregação na adoração ao Senhor. Para isso precisa estar consciente da sua missão e devidamente preparado. Vejamos alguns princípios que facilitarão sua tarefa:

– Dependência do Espírito – antes de tudo, buscar essa dependência geral, total e irrestrita, entendendo que o culto é do Espírito Santo e Ele sabe o que é melhor para cada pessoa na congregação, e dá ao dirigente as diretrizes da reunião – Rm. 8:26-27. Cuidado para não manipular as pessoas!
– Abertura do culto – o dirigente deve tratar o povo com amabilidade, encorajando-o com uma promessa da Palavra, tomar cuidado com a maneira de falar, não ser grosseiro, indelicado, etc. Esse primeiro contato é a chave para o desenvolvimento de uma ministração abençoada e abençoadora.
– Devemos evitar – vícios de palavras, erros de português, “pregações” durante o louvor, interromper a ministração para “ler a Bíblia”, deixar o povo em pé por muito tempo, vestimenta inadequada, tipo roupa justa, transparente, cores chamativas, etc. Lembre-se que o louvor não é para o homem, mas para Deus! As pessoas devem olhar para Ele! Estar atento à aparência – cabelos penteados, dentes escovados, usar desodorante, perfume, etc.
– Sensibilidade – estar atento à maneira como o louvor está transcorrendo e explorar um determinado cântico quando perceber que está fluindo profeticamente. Flua!!! A ministração é como um “vôo de avião”, tem um destino. Evitar deixar “brancos” entre um cântico e outro; para isso é indispensável desenvolver um bom entrosamento com os músicos, combinar sinais, etc.
– Expressão – está também ligada à inspiração que nasce do nosso tempo diário com o Senhor. A pessoa inspirada tem expressão! A principal fonte de inspiração é a Palavra de Deus. Quanto mais Palavra eu tiver mais inspirado serei. Ao meditar naquilo que canto, o resultado será uma expressão real de vida, que contagiará toda a congregação. Precisamos aprender a meditar naquilo que cantamos para termos uma expresão condizente com a música ministrada. Lembre-se, existem cânticos para Deus de louvor e adoração, cânticos que cantamos uns para os outros, cânticos evangelísticos, etc.

Os músicos – Sl. 33:3
– Expressão – vale para os músicos os mesmos princípios aplicáveis ao dirigente na questão da expressão. Os músicos também têm um papel fundamental no louvor, principalmente o de profetizar com seus instrumentos – II Rs. 3:15.
– Precisam se exercitar nisto em casa, nos ensaios, nos cultos, dando total importância a esse desafio, aprofundando-o cada vez mais – I Cr. 25:1.
– Disciplina – é fruto de maturidade musical. O músico maduro tem conhecimento de suas responsabilidades e procura cumpri-las à risca. Por exemplo: chega nos horários marcados, tem cuidado com os equipamentos da igreja, nos ensaios obedece os arranjos apresentados, controla o volume do seu instrumento, nos ensaios e antes de começar o culto, não “desperdiça” unção tocando “outras músicas” (Altar no A.T. era usado para sacrifício. “Palco” é diferente de “altar”), quando o arranjo pede um solo, toca somente o necessário sem se exceder, procura estar em sintonia com tudo o que acontece durante o louvor, ou seja, não é um “alienígena” em cima do púlpito (o não se exceder também se aplica ao grupo vocal).
– Inspiração – a exemplo do dirigente, o músico sempre deve estar inspirado – I Sm. 18:10. O músico inspirado está sempre pronto à participar inclusive com cânticos espirituais (vale para o backing vocal também).

Equipe de Dança
– Sl. 150:1-6; 30:11,12 É uma das maneiras de como podemos expressar o louvor e adoração a Deus.
– Expressão – É importante a expressão facial e corporal, e deve ser condizente com a música que está sendo ministrada.
– Roupas – Estar sempre atento para não chamar à atenção das pessoas. Ser prudente!
– Técnica e estilo – Os que lideram o grupo devem conhecer vários estilos (balé, street dance, etc), lembrando que cada estilo deve ser coerente ao tipo de música. O sincronismo entre o grupo é um fator muito importante.
– OBS: Tomar cuidado para não tornar a dança sensual.

Observando esses princípios básicos estaremos cooperando com o propósito do Pai e seremos grandemente abençoados.

 

Autor: Pr. Adhemar de Campos

 

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Músico ou Adorador?

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Autor: Pra. Cristina

O que desejamos realmente, ser reconhecidos como músicos ou mover o coração do nosso Deus através da adoração?

Sabemos que algumas situações tendem a nos afastar do alvo, que é a presença de Deus, porém o que o Pai deseja de cada um de nós é compromisso, sinceridade, amor naquilo que fazemos para Ele.

A música na Igreja tem a finalidade de alcançar corações que não conseguem, muitas vezes, entender uma mensagem falada.

O que é adoração: Adorar a Deus não se limita apenas no momento em que estamos louvando na Igreja, mas ser um adorador filho de Deus, vai muito além do altar.

Muitos tem a concepção de que ser cristão é pegar a Bíblia em determinado horário e ir à Igreja. Mas será que durante todo o tempo, estamos na presença de Deus, adorando-o com nossas atitudes, pensar e agir?

Sabemos que Ele está conosco todo o tempo e contempla todas as coisas e espera de nós uma adoração contínua, pois Ele nos criou pra o louvor da sua glória (Efesios 01:12).

Obediência e Adoração: Josafá, rei de Judá, foi um homem obediente ao Senhor, e mesmo no momento em que todos o consideravam um homem derrotado sendo ele um adorador verdadeiro, ele obedeceu ao Senhor, obteve a vitória e o Nome do Senhor foi glorificado, (IICr 20:01-13).

Temos também o exemplo de alguém que conhecia a Deus e estava bem próximo D’Ele e sabia exatamente como alegrar o seu coração, mas não o fez, preferiu entristecer o coração de Deus com sua desobediência e soberba a ponto de se achar capaz de tomar o lugar do único Deus, digno de toda a glória, honra e louvor, (Is 14:11-20) e vemos que o próprio Deus o derrubou, (Ez. 28:01-16).

Nada entristece mais o coração de Deus do que olhar para o altar e ver apenas um músico que quer ser reconhecido. Ora, a glória é de Deus, o reconhecimento vêm de Deus que derrama sobre nós sua unção e graça, isto sim, deve ser notório em nossas vidas.

Muito antes de sermos bons músicos, devemos ser amigos de Deus, então saberemos o que lhe agrada ou não.

O que é ser músico?
Alguns tendem a ser apenas músicos, se preocupam com toda a técnica e apresentação, mas Deus não quer apenas isso, Ele quer muito mais de você, aliás, ELE QUER VOCÊ! Ele quer você como filho, como amigo e como um adorador!

A vida devocional de um levita

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Autor: Paulo Rogério Petrizi

“Orar é fundamental para desenvolver a vida com Deus”

Pela manhã ouves a minha voz, ó Senhor; pela manhã te apresento a minha oração e vigio. (Salmo 5.3)

I. O Levita e a Oração

A Bíblia não apresenta uma definição de oração. O conceito em si pode ser extraído das muitas experiências dos personagens bíblicos e das exortações de Deus. Eis uma lista de exemplos de orações na Bíblia:

a) Abraão pediu a Deus um herdeiro. Gn 15.2-3.
b) Ana pediu a Deus um filho. 1Sm 1.9-13.
c) Ezequias intercedeu por Jerusalém. 2Rs 19.14-19.
d) Moisés pediu para ver a glória de Deus. Ex 33.18.
e) Salomão pediu sabedoria a Deus. 1Rs 3.5-9.
f) Paulo pediu que Deus removesse sua limitação. 2Co 12.7-10.
g) Davi louvou a Deus pela sua bondade. Sl 100.
h) Maria louvou a Deus por ter sido escolhida para dar à luz o Messias. Lc 1.46-55.
i) Paulo e Silas louvaram a Deus mesmo no sofrimento. At 16.25.
j) Simeão e Ana louvaram a Deus por conhecerem Jesus. Lc 2.25-38.
l) Moisés Abriu seu coração num momento de crise. Nm 11.10-15.
Há muitos outros exemplos de oração nas Escrituras, afinal, uma das principais características de um Homem ou Mulher de Deus é a prática da oração. À luz destes e de outros textos bíblicos, aliste abaixo algumas observações suas do que é a oração para a vida do cristão:

Quanto tempo diário um Levita deve investir em sua vida devocional?

[1]
Num artigo escrito para a Revista Teológica do STBSB o pastor Ed Kivitz faz referência a uma estatística feita nos Estados Unidos que atesta que a média de oração dos pastores era de sete minutos por dia!

[2]
Qual a relação entre a importância que se dá à oração o tipo de ministério que se faz na Igreja?

Vamos terminar este tópico sobre a oração sugerindo que você medite nas promessas que o Senhor nos faz nos seguintes textos: Jeremias 33.3, Isaías 55.6, Jeremias 29.13 e Salmo 50.15.

II. O Levita e o Jejum

Um cristão deve jejuar? Claro que sim! O próprio Senhor Jesus jejuava – em Mateus 4.2 lemos que Ele passou em jejum um período de quarenta dias. O mesmo Senhor incluiu o jejum em suas recomendações no Sermão da Montanha (Mateus 6.16-18) e garantiu que o jejum praticado com a correta motivação trará resultados: […] “e teu Pai, que vêm em secreto, te recompensará.” (Mateus 6.18).

Sobre o jejum, em Lucas 5.35, Jesus afirmou que após a sua partida os seus discípulos teriam a necessidade de jejuar. O mesmo texto mostra que os discípulos de João Batista faziam freqüentes jejuns. Também o jejum foi citado por Jesus na explicação que deu aos discípulos que não conseguiram lidar com o menino que era atormentado por um espírito demoníaco: […] “Esta casta não pode sair senão por meio de oração e jejum.” (Marcos 9.29).

O livro de Atos dos Apóstolos relata a prática do jejum pela liderança da Igreja em Antioquia: “E servindo eles ao Senhor, e jejuando, disse o Espírito Santo: Separai-me agora a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado. Então, jejuando e orando, e impondo sobre eles as mãos, os despediram.” (Atos 13.2-3).

No mesmo livro de Atos, no relato acerca da primeira viagem missionária de Paulo e Barnabé, lemos que antes de escolherem os presbíteros para as Igrejas, os apóstolos promoviam jejuns e orações (Atos 14.23). Além destes apóstolos, a Bíblia nos apresenta uma galeria de homens e mulheres de Deus que praticaram jejuns e orações: Moisés (Êxodo 34.28; Deuteronômio 9.9-18), Davi (2 Samuel 12.16), Esdras (Esdras 8.21-23), Neemias (Neemias 1.4), Ester (Ester 4.16), Daniel (Daniel 9.3), Ana (Lucas 2.37), dentre outros.

Por tudo isto não resta dúvidas que o jejum, junto com a oração, é prática necessária para os crentes poderem crescer espiritualmente e para que a Igreja alcance excelência no exercício de seus ministérios.

III. O Levita e a Palavra de Deus

Leia e transcreva nas linhas abaixo o Salmo 119.18 (esta deve ser a sua oração constante):

Como servos do Senhor temos a necessidade de conhecer o nosso Deus e a sua vontade para as nossas vidas. Por isso é tão fundamental a leitura, estudo, meditação e aplicação da Palavra de Deus.

Depois de uma leitura atenciosa e de uma interpretação correta, o Levita deverá aplicar a Palavra de Deus à sua própria vida (sem este passo ele não poderá se dedicar à ensinar a Palavra a outros).

Leia I Samuel 15.22-23 e explique por que é tão importante conhecer e aplicar a vontade de Deus:

Quando nós conhecemos a Palavra e colocamos em prática seus ensinamentos, estamos trazendo sobre nossas vidas as bênçãos da obediência. Faça uma pesquisa na Palavra acerca das bênçãos da obediência e prepare-se para compartilhar com os irmãos da classe.

[1] Lembro-me de um pastor que ouvi recentemente que afirmou que a qualidade deste tempo é crucial. [2] KIVITZ, Ed René. Quebrando Paradigmas. Em Revista Teológica STBSB, no. 15, 1996, p. 34.

NOVOS CÉUS – OFICINA G3 ACÚSTICO

Existe um lugar, onde todos viveremos juntos.
Não haverá mais lágrimas e sim paz.
Veremos ao Pai face a face, o Maravilhoso, Pai da eternidade, Deus forte, Príncipe da paz.
Viveremos á luz de sua Glória.

SE TIVERES PAZ – LEONARDO GONÇALVES

Clame ao Pai e Ele lhe dará paz.

Princípios para louvor e adoração efetivos

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Autor: Joe Pace


Louvor e adoração é um ministério que tem um chamado único e específico. Requer dons e habilidades especiais que são diferentes daqueles de um músico, membro de coral, vocalista, pastor e etc.O Ministro de louvor e adoração é um indivíduo chamado e ungido por Deus para ministrar em Sua Casa, liderando o povo de Deus à Sua presença.

Liderar louvor e adoração podem ser uma das tarefas mais difíceis dentro de uma igreja. Imagine liderar toda uma congregação (lembre-se que alguns estão cansados, doentes, machucados, teimosos, preguiçosos, não são fáceis de ensinar e etc) na presença do Todo-poderoso Deus, em ambos os níveis individuais e congregacionais. Não preciso dizer que é uma tarefa extremamente difícil! Por isso você precisa ser especificamente chamado e ungido para este ministério.

Lembre-se, o momento de louvor e adoração deve ser uma parte ativa, participatória e integral do culto. A congregação não deve ser um espectador, mas deve se tornar um participante ativo.

Abaixo darei uma breve compilação de alguns princípios que eu selecionei e separei em anos de experiências no ministério de louvor e adoração. Eu oro para que estas ferramentas possam reforçar mais e mais o seu ministério de louvor.

As três funções do líder de louvor:

1. Liderar toda a congregação até a presença de Deus
A congregação necessita de ter um encontro sobrenatural com o Pai em todos os cultos.

2. Coordenar e dar cobertura ao grupo de louvor e aos músicos
Tenha certeza de ter um conhecimento básico de música e do ministério dos cantores e músicos que trabalham com você. Quando você está liderando adoração, você é responsável pelo que está acontecendo musicalmente no palco.

3. Preparar a congregação para o tempo de palavra
Tenha certeza de estar em sintonia com a liderança da igreja. Entenda a direção que Deus está dando à sua igreja através da visão do pastor.

A atitude de um líder de louvor

1. Seja entusiasta e positivo. Soria! Deixe seu rosto refletir a Glória e alegria de Deus. Se você não fizer isso, a congregação não fará também.
2. Esteja no comando. Não seja muito tímido. Dê direções firmes. Lembre-se, insegurança destrói a criatividade.
3. Lidere pelo exemplo. Você deve ser o exemplo para um envolvimento mais ativo (aplauda, dê brados, levante as mãos, etc).
4. Seja um encorajador e um exortador. Não pregue! Apenas encorage.
5. Você deve adorar junto com a congregação.

A preparação do líder de louvor

1. Santifique-se;
2. Espere a direção do Senhor;
3. Sustância e exatidão, uma lista categorizada de músicas;
4. Ensaie, ensaie e ensaie!

Pontos práticos para o líder de louvor

1. Conheça seus músicos, cantores e/ou trilhas.

* – Ensaie com os músicos e cantores;
* – Crie sinais com as mãos para que eles possam te seguir.

2. Mudanças no tempo da música.

3. Modulações e novos tons.

4. Direções entre as músicas (repetições de coro e etc).

5. Mudanças na intensidade.

6. Transições entre as músicas.
– Escolha as músicas (com tons apropriados) antes do culto.

7. Não gaste muito tempo falando
– Encoraje o povo enquanto eles adoram (Não assuma que todos sabem o que está acontecendo)
– Você pode facilmente quebrar o fluir durante a adoração falando demais.
– Não bata na cabeça da congregação! Se alguma correção ou exortação precisa ser dada, isto deve ser feito pelo pastor, não por você.

8. Escolha suas músicas com cuidado

* – Atente para desenvolver e completar algo na adoração. Veja a adoração num âmbito geral.
* – Tome cuidado com temas, andamento e mudanças de tom (algumas músicas não podem ser ligadas!).
* – Mantenha um fluir entre as músicas. Não pare tudo depois de cada música. Aprenda medleys ou escolha músicas que possam ser interligadas (musicalmente e espiritualmente)
* – Você está cantando num tom que é confortável para você, mas que não é confortável para a congregação?
* – Músicas de adoração normalmente precisam ser cantadas em tons mais baixos do que músicas de louvor.
* – Não escolha músicas que tem um grande número de palavras e versos para a congregação cantar, ou que tenha grandes “solos”. Você somente irá perder a congregação e eles não irão participar da adoração.
* – Escolha mais músicas do que você precisa (esteja preparado para surpresas)

9. Conheça sua música

* – Não ensaie com a congregação.
* – Não cante músicas com as quais você não está familiarizado! Isto apenas traz confusão e dificulta para a congregação se focar em Deus.
* – Esteja preparado!

10. Dê direcionamentos firmes

* – Você PRECISA liderar. Não a congregação, não o coro, não o grupo de louvor ou os músicos. VOCÊ tem que liderar!
* – Sempre lidere com sua voz. Não fique assustado com a primeira nota e permaneça na melodia o máximo que for possível.
* – Dê direções claras. As pessoas respondem melhor quando eles sabem o que é esperado deles. Seja o que você quer que eles sejam.
* – Esteja um pouquinho à frente dos versos ou coros do louvor e adoração que você está cantando. Algumas vezes, em músicas novas, é bom até falar os versos antes para que a congregação saiba o que está por vir. Você deve liderar com sua voz.
* – Tenha certeza que você está liderando as pessoas para o Senhor e não para você. Lidere de uma maneira que não atraia a atenção para você.
* – Abra os olhos! Mantenha contato visual.

11. Esteja sensível ao fluir e ao timing do Espírito Santo.

* – Não tenha medo de cantar uma estrofe ou um coro várias vezes
* – Não tenha medo do silêncio (Existem diferentes ondas de adoração)
* – Saiba quando uma música já foi cantada o suficiente! Pare!
* – Não se apresse. Dê tempo para o Espírito Santo se mover.
* – Você precisa estar preparado e sensível para o Espírito Santo. Estes dois não são mutuamente exclusivos.
* – Nunca coloque Deus numa caixinha. Ele pode querer fazer algo completamente diferente do que você planejou. (Você pode cantar apenas uma música por todo o período de louvor e adoração! Esteja aberto para isso).
* – Sempre mantenha um olho no pastor. Ele/ela saberão quando algumas coisas estão em ordem e quando não estão.
* – Não tenha medo de mudar a estrutura da música. Talvez permitindo que só as mulheres cantem uma estrofe ou só os homens cantem o coro ou, então, que a congregação cante a capela algumas vezes.
* – Não fique tão “perdido no Espírito” de maneira que você esteja alheio ao que está acontecendo em volta de você.

“Meus filhos não sejam negligentes agora, pois o Senhor os escolheu para estarem diante dEle, para servi-lO e você deve ministrar a Ele e queimar incenso”. 2 Cr 29:11

FECHO OS MEUS OLHOS – FDH

Quando fecho os meus olhos, o meus coração consegue ver ao Senhor. Quando fecho os meus olhos, eu deixo de ver tudo oque me afasta da presença do Pai.